Como conduzir uma discussão sobre uma história
Esse conjunto de perguntas pode ser usado em:
- grupos de estudo bíblico
- grupos de jovens
- grupos com pessoas que ainda não creem debaixo de uma árvore ou em cafés
- conversas individuais (com ajustes — veja abaixo).
Papel do facilitador: Seu papel é garantir que a conversa avance, não liderar todas as respostas. Crie uma forma simples de distribuir quem vai ler a história e quem vai fazer cada pergunta.
Instruções para o grupo: Vamos responder à seis perguntas:
- Vamos usar o método X para escolher quem faz cada pergunta
- A regra é: todos devem responder com uma ou duas frases
- Nas quatro primeiras perguntas, ninguém pode repetir a resposta de outro!
- Se tiver várias ideias, compartilhe a que mais pode edificar o grupo, e não só a mais fácil ou conveniente para você.
Métodos possíveis para distribuir as perguntas:
- Imprimir a lista de perguntas e passar de mão em mão — cada pessoa lê uma. Ou cartões coloridos com números e símbolos: embaralhe e distribua, cada um lê a sua
- Alguém se voluntaria para começar e escolhe quem será o próximo
- Deixe que as pessoas escolham um número e leiam a pergunta correspondente a esse número
- Método criativo (girar uma garrafa).
Só use métodos três ou quatro se estiver em um contexto não supersticioso — para que ninguém pense que “os deuses” escolheram quem deve perguntar.
- Em contextos orais: fale as perguntas em voz alta e peça para alguém conduzir.
Se alguém disser algo “estranho” ou desconectado do texto, o facilitador pode perguntar com gentileza: “De onde você tirou essa história?” Ou “O que os outros acham sobre isso?”
Perguntas para discussão bíblica (com explicações)
- O que você gostou nessa história? Por quê?
- relaxa o grupo, pois não tem resposta errada
- ajuda a focar no positivo
- mostra como o Espírito Santo está tocando cada pessoa
- Que perguntas alguém poderia ter sobre essa história?
- traz à tona curiosidades e questões internas
- e o mais importante: você não precisa responder!
- não responder estimula a reflexão contínua, sem “encerrar o assunto”
- O que podemos aprender sobre as pessoas com os personagens dessa história?
O que os personagens escolheram? O que aprendemos com isso?
- O que podemos aprender sobre Deus/Jesus (ou o Espírito Santo) nessa história?
Pergunte somente sobre quem aparece no texto (ex: Deus? Jesus? Espírito Santo?)
- Nesta semana, o que você quer mudar em sua vida por causa dessa história? Use a estrutura: “Esta semana eu quero…”
Aplique a verdade na prática. Na semana seguinte, pergunte: “Como foi sua experiência aplicando isso?” “Você compartilho essa história com alguém?”
- Quem mais precisa ouvir essa história?
Encoraja a ideia de que a Palavra não é só para nós, mas para compartilhar com outros.
Oração em duplas: primeiro agradeça a Deus pelo que aprendeu na história. Depois: peça ajuda para aplicar o que aprendeu e para compartilhar com quem precisa ouvir.
Sobre não-cristãos: Com pessoas que ainda não creem, não oro logo no início. Oro antes em particular, pedindo orientação de Deus para saber o momento certo. Normalmente, elas mesmas demonstram prontidão pedindo para aprender a orar.
Acompanhamento semanal: Na semana seguinte, faça duas perguntas: Como foi aplicar o que você aprendeu? Teve oportunidade de contar a história a alguém?
Hoje em dia, com pessoas que dizem ser cristãs, não passo para a próxima história até que tenham obedecido — ou seja, aplicado e contado a alguém. Se não, repetimos a lição (com outra abordagem), porque não quero ensinar que é “ok” não obedecer a Deus.
Com não-cristãos, não pressiono, mas continuo perguntando com carinho. Às vezes basta que uma pessoa comece a compartilhar para inspirar o grupo todo.
Alguns facilitadores só continuam a sequência quando todos tiverem compartilhado a história anterior. Isso evita a ideia de que obedecer ou compartilhar é opcional. A “pressão do grupo” ajuda, pois ninguém quer ser o que está travando a próxima etapa. Ore e peça sabedoria a Deus sobre qual abordagem seguir.
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